O problema não é estar muito tempo afastado.
O problema é regressar. É voltar a sentar-me aqui e não me conter. Este afastamento, e reaproximação, provoca descontinuidades, espelhadas neste caso, na escassez de palavras que ultimamente me saiem.
Seguirei um conselho amigo de levar as coisas com mais ligeireza.
Reparo hoje, quando passadas algumas semanas, releio tudo isto, que se perdeu o carácter mais lúdico, de aliviar o stress ao comentar um qualquer acontecimento, de simplesmente dizer barbaridades por duas boas razões: por tudo e por nada. Fui ficando pesado, muitas (demasiadas) vezes melancólico. Deve ser do inverno...
Fica pelo menos a vontade de voltar ás origens.
Até breve
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