Já não me lembro quantas vezes tentei recomeçar.
Folha em branco ou teclado sujo... é indiferente. O marasmo é o mesmo.
Há uns meses (foram anos?) preguei na parede um pedaço de poema do Jorge Palma que faz, hoje, mais sentido que nunca. Por agora vou apenas reproduzi-lo aqui, com a promessa, feita a mim mesmo e a mais ninguém, de que voltarei aos meus devaneios e gritos em público.
«Somos todos escravos do que precisamos,
reduz as necessidades, se queres passar bem.
Que a dependência é uma besta, que dá cabo do desejo,
e a liberdade é uma maluca,
que sabe quanto vale um beijo.»
Até logo.
2 comentários:
Olha... Tás cá hoje?
Gostei da frase do Albert Camus! Muito oportuna!
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